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De todos os metais preciosos, os que mais fascinaram a humanidade ao longo dos tempos, foi sem dúvida o ouro. O ouro reúne em si todas as qualidades ideais que um produto ornamental poderia ter: a beleza do brilho, a facilidade de ser moldado, ser indestrutível e sua originalidade.
O ouro serviu de inspiração para as mais belas obras já criadas. Mesmo nas civilizações mais antigas, os trabalhos feitos em jóias e ouro eram muito apreciados pela realeza e as pessoas ricas. Na tumba real de uma mulher com o nome de Pu-abi, foram encontradas peças impressionantes como um toucado de ouro no formato de folhas.
A valorização da jóia se dá pelo valor do material precioso, bem como o status que sugere possuir quem a usa. Nos dias atuais, as jóias são colocadas nas áreas de maior exposição ao olhar, como mãos e pescoço e atualmente em partes sensíveis como o nariz e o umbigo.
O ouro em seu estado mais puro, também chamado de ouro 1.000 ou 24 quilates, normalmente é considerado muito mole para ser usado em joalharia. Na realidade ele nunca tem uma pureza completa e sua classificação mais alta é de 999 pontos. O ouro 18K tem uma pureza em torno de 75% o que equivale a 750 pontos.
Ele é um dos poucos metais que podem ser encontrados na natureza em estado nativo. Em tempos remotos, foi considerado principalmente como moeda, e a maior parte foi colocada nos bancos centrais ou tesouros nacionais dos países.
Na indústria joalheira, ele se utiliza especialmente por suas características estéticas, mas também possui uma inconfundível resistência à corrosão, o que o torna preferido de 10 entre 10 estrelas.