As jóias sempre estiveram presentes na vida humana. Há milênios são usadas como amuletos de proteção e talismãs. As mais antigas jóias como gargantilhas, colares e brincos em formas de meia lua, foram encontradas no local de nascimento do bÃblico Abraão. Já no perÃodo medieval, as principais jóias usadas eram correntes, braceletes, cintos, broches e brincos.
Com a intenção de enfatizar a beleza, a importância das jóias continua muito presente nos dias de hoje, assim como tem sido há milhares de anos. A própria natureza das jóias expressa valores com significados ocultos, dentro de nossa vida social.
Atualmente ela tem sido altamente valorizada na mÃdia, em anúncios impressos ou mesmo nas lojas podem ser vistas diariamente e suas formas, desenhos e cores não podem ser consideradas como simples ornamentos.
Mas isso não foi sempre assim. Por volta de 1940 as gemas brasileiras não eram exploradas, além de que, era classificadas como semi-preciosas, comparadas às gemas mais conhecidas no mundo como esmeralda, safira, rubi e diamante.
Nas décadas de 40 e 50 as atrizes de cinema desfilavam com correntes e brincos, passaram a influenciar o gosto da grande massa de consumidores.
Os turistas americanos e europeus já conheciam e valorizavam esse tipo de jóia. Essa moda, e todo o glamour mostrado pelos artistas de Hollywood, fizeram com que as gemas brasileiras fossem valorizadas e passassem a criar no imaginário feminino a idéia de que é possÃvel se transformar totalmente ao usá-las.
A partir disto, o Rio de Janeiro passou a adicionar à s suas atrações turÃsticas grandes ofertas de colares e brincos com gemas, a preços bem baixos e com design diferenciado.